Brasília, quinta-feira, 13 de setembro de 2012 - 10:44
CAMPANHA SALARIAL
Bancários rejeitam proposta e aprovam greve a partir de terça (18)
Fonte: Valor Econômico
Novas assembleias serão realizadas na segunda-feira (17) para organizar o movimento
Bancários de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Campo Grande, Florianópolis, Pernambuco, Ceará, Bahia, Pará, Paraíba, Alagoas, Piauí, Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Amapá, Sergipe, Londrina e Campinas, dentre outros, reunidos em assembleias realizadas pelos sindicatos nesta quarta-feira (12), rejeitaram a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e aprovaram a realização de greve nacional a partir da próxima terça-feira (18) por tempo indeterminado.
Novas assembleias serão realizadas na segunda-feira (17) para organizar o movimento, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf).
O Comando Nacional dos Bancários considerou insuficiente a proposta dos bancos, de reajuste de 6% sobre todas as verbas salariais -, o que representa um aumento real de 0,58%.
Segundo a entidade, o percentual é menor que o índice de quase todos os acordos feitos por outras categorias no primeiro semestre deste ano, que obtiveram ganhos superiores a 5% acima da inflação.
BB e Caixa
A Contraf informou que as negociações com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal prosseguem na sexta (14), às 14h, em São Paulo.
Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%), piso salarial de R$ 2.416,38, participação nos lucros de três salários mais R$ 4.961,25 fixos, mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade, além de investimento em mais segurança nas agências.
Novas assembleias serão realizadas na segunda-feira (17) para organizar o movimento, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf).
O Comando Nacional dos Bancários considerou insuficiente a proposta dos bancos, de reajuste de 6% sobre todas as verbas salariais -, o que representa um aumento real de 0,58%.
Segundo a entidade, o percentual é menor que o índice de quase todos os acordos feitos por outras categorias no primeiro semestre deste ano, que obtiveram ganhos superiores a 5% acima da inflação.
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