Brasília, quinta-feira, 16 de outubro de 2014 - 15:18
DEMOCRACIA
Reforma política depende dos movimentos sindical e sociais
Fonte: Portal Vermelho
“O problema não é a Dilma assumir a Constituinte, isso ela já fez, mas sim criarmos condições para que, nesse processo, não se repita a correção de forças do atual Congresso”
A frase do ministro-chefe da Secretaria da Presidência da República, Gilberto Carvalho, que participou do encerramento 5ª plenária nacional do Plebiscito pela Constituinte para a Reforma do Sistema Político, nessa quarta-feira (15), em Brasília, aponta para a necessidade de ampliar a campanha e de a mudança nas regras do jogo político ter a participação popular como base.
Segundo ele, a reforma apontada por Dilma como “mãe” das outras reformas, será prioridade no próximo mandato, caso seja reeleita.
“Da parte dela, não faltará apoio (ao plebiscito), mas precisamos massificar processo para que a maioria dos brasileiros se convença da importância da reforma. Para que os mais ricos, mais poderosos ou que se deixam corromper pelo Capital não se elejam deputados ou senadores e deturpem completamente a representação do povo no Poder Legislativo”, afirmou.
Carvalho também criticou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, de pedir vista do processo da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para proibição da doação de empresas para campanhas políticas. A ação aconteceu em abril deste ano, quando seis dos 11 ministros se mostravam favoráveis ao impedimento.
“O Gilmar Mendes sentou em cima do processo para postergar até a bancada conservadora assumir e apoiar a contribuição financeira dos empresários. E ninguém está denunciando essa manobra. Uma pessoa está impedindo que as eleições representem a maioria do povo brasileiro e não o poder econômico. Precisamos dialogar com o Supremo para que aja o final da votação e tenhamos uma Constituinte Exclusiva em condições adequadas.”
Segundo ele, a reforma apontada por Dilma como “mãe” das outras reformas, será prioridade no próximo mandato, caso seja reeleita.
“Da parte dela, não faltará apoio (ao plebiscito), mas precisamos massificar processo para que a maioria dos brasileiros se convença da importância da reforma. Para que os mais ricos, mais poderosos ou que se deixam corromper pelo Capital não se elejam deputados ou senadores e deturpem completamente a representação do povo no Poder Legislativo”, afirmou.
Carvalho também criticou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, de pedir vista do processo da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para proibição da doação de empresas para campanhas políticas. A ação aconteceu em abril deste ano, quando seis dos 11 ministros se mostravam favoráveis ao impedimento.
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