Brasília, terça-feira, 30 de dezembro de 2008 - 17:19
PERSPECTIVAS
Governo vai apresentar medidas de incentivo à economia até 20/01, diz Lula
Fonte: Agência Brasil
Ao fazer um balanço de 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliou, nesta segunda-feira (29), que o ano foi bom, mas não ótimo para o brasileiro e que, no período, o País cresceu "economicamente" e "fortemente". Ele disse que, até o dia 20 de janeiro, vai apresentar novas propostas de incentivo ao crescimento econômico e que o Governo "não vai ficar esperando" que os "efeitos perversos" da crise abalem o País.
Durante seu programa semanal de rádio Café com o Presidente, Lula lembrou a criação de quase 2,2 milhões de empregos até outubro passado, o que, segundo ele, gerou mais renda e possibilitou o crescimento do comércio. "Significa que o Brasil teve um ano bom. Não vou dizer ótimo, mas um ano bom".
E emendou: "Apenas no último trimestre é que nós tivemos um problema - já resultado da crise mundial - muito mais por falta de crédito internacional".
O presidente voltou a afirmar que, apesar da crise financeira internacional caracterizada por ele mesmo como "a mais forte de toda a história, depois da industrialização", o Brasil está mais preparado para enfrentar os efeitos da instabilidade nas Bolsas.
"Nós temos reservas, temos um mercado interno forte. Todo o governo está preparado para que, no começo de 2009, a gente comece a trabalhar fortemente com a ajuda necessária para que a economia continue a crescer", destacou.
"Estou convencido de que o Brasil deve olhar a crise como uma oportunidade para a gente fazer as coisas que ainda não fizemos, para que a gente possa mostrar que o dinamismo do mercado interno brasileiro é que vai permitir que a nossa economia continue crescendo", disse.
"Enquanto alguns países do mundo estão em recessão, o Brasil pode crescer um pouco menos do que estava previsto, mas vai continuar crescendo e vai continuar gerando empregos", completou o presidente.
Últimas notícias
Fim da escala 6x1 mobiliza Senado em debate histórico, mas PEC ainda aguarda definição de calendário na CCJ
2/7 - 11:41 |
Quando o direito ao descanso vira ameaça ao consumo
2/7 - 11:35 |
Pressão das centrais surte efeito e Senado acelera debate sobre o fim da escala 6×1
2/7 - 11:23 |
Em 2026, o Brasil decidirá entre aprofundar a democracia ou revisitar passado de retrocessos
1/7 - 10:51 |
Mobilização nacional amplia pressão sobre Senado por jornada de 40 horas e fim da escala 6×1
Notícias relacionadas
Fim da escala 6×1 deixa de ser pauta sindical e vira batalha política nacional
21/10 - 15:43 |
A pejotização é a nova face da precarização do trabalho
28/1 - 19:13 |
Escravidão contemporânea: identificar e combater
28/6 - 12:48 | SINDICATO EM AÇÃO
Assembleia geral aprova exercício fiscal de 2015
24/6 - 10:30 | EFEITOS DO GOLPE
Plano de governo ilegítimo e corrupto é ditadura econômica de 20 anos

