Brasília, quarta-feira, 20 de novembro de 2013 - 16:53
20 DE NOVEMBRO
Dia da Consciência Negra: referência na luta por igualdade
Fonte: Portal Vermelho
Data deve servir de referência histórica para conquista e ampliação dos direitos da população negra
O Brasil comemora nesta quarta-feira (20) o Dia Nacional da Consciência Negra. Feriado em 1.047 municípios, a data lembra a morte do líder negro Zumbi dos Palmares, símbolo da luta pela liberdade e valorização do povo afro-brasileiro.
Segundo o presidente da Frente Parlamentar pela Igualdade Racial, deputado Luiz Alberto (PT-BA), a data deve servir de referência histórica para a conquista e ampliação dos direitos da população negra do País.
"Nessa data (20 de novembro), o País precisa refletir sobre as conquistas que ocorreram nos últimos anos em relação aos direitos do povo negro.
Entre essas ações, a adoção do Estatuto da Igualdade Racial, das cotas nas universidades públicas, e mais recentemente, o envio ao Congresso do projeto enviado pela presidenta Dilma Rousseff em regime de urgência, que prevê a adoção das cotas nos concursos públicos federais", destacou Luiz Alberto.
Para o deputado Paulão (PT-AL), "a data merece nossa reverência, não no sentido de comemoração, mas no sentido de analisar as conquistas obtidas até aqui e discutir outros avanços que ainda precisam acontecer para que, de fato, a igualdade racial seja uma realidade no Brasil".
O deputado Luiz Couto (PT-PB) também ressaltou a importância da data. "É preciso assumir a condição da negritude para que possamos buscar cada vez mais a melhoria das condições e uma participação efetiva dos negros e das negras na política, na economia, na vida social, na cultura e também na questão da educação".
Outras medidas
Entre outras medidas de interesse da comunidade negra no âmbito do legislativo, Luiz Alberto citou ainda o projeto que propõe o fim dos autos de resistência.
A proposta altera o Código de Processo Penal e prevê a investigação das mortes e lesões corporais cometidas por policiais durante o trabalho. Atualmente estes casos são registrados pela polícia como autos de resistência ou resistência seguida de morte e não são investigados.
Também tramita na Câmara a Proposta de Emenda a Constituição (PEC) que cria cotas para parlamentares negros nos parlamentos.
A proposta reserva vagas na Câmara dos Deputados, assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal, por cinco legislaturas, a parlamentares negros. A admissibilidade da proposta já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Segundo o presidente da Frente Parlamentar pela Igualdade Racial, deputado Luiz Alberto (PT-BA), a data deve servir de referência histórica para a conquista e ampliação dos direitos da população negra do País.
"Nessa data (20 de novembro), o País precisa refletir sobre as conquistas que ocorreram nos últimos anos em relação aos direitos do povo negro.
Entre essas ações, a adoção do Estatuto da Igualdade Racial, das cotas nas universidades públicas, e mais recentemente, o envio ao Congresso do projeto enviado pela presidenta Dilma Rousseff em regime de urgência, que prevê a adoção das cotas nos concursos públicos federais", destacou Luiz Alberto.
Para o deputado Paulão (PT-AL), "a data merece nossa reverência, não no sentido de comemoração, mas no sentido de analisar as conquistas obtidas até aqui e discutir outros avanços que ainda precisam acontecer para que, de fato, a igualdade racial seja uma realidade no Brasil".
O deputado Luiz Couto (PT-PB) também ressaltou a importância da data. "É preciso assumir a condição da negritude para que possamos buscar cada vez mais a melhoria das condições e uma participação efetiva dos negros e das negras na política, na economia, na vida social, na cultura e também na questão da educação".
Outras medidas
Entre outras medidas de interesse da comunidade negra no âmbito do legislativo, Luiz Alberto citou ainda o projeto que propõe o fim dos autos de resistência.
A proposta altera o Código de Processo Penal e prevê a investigação das mortes e lesões corporais cometidas por policiais durante o trabalho. Atualmente estes casos são registrados pela polícia como autos de resistência ou resistência seguida de morte e não são investigados.
Também tramita na Câmara a Proposta de Emenda a Constituição (PEC) que cria cotas para parlamentares negros nos parlamentos.
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