Brasília, terça-feira, 29 de setembro de 2009 - 17:47
ACEITAÇÃO MUNDIAL
Lula é o 2º com maior aprovação da América, diz estudo
Fonte: EFE, no Vermelho
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o segundo em aprovação entre os líderes da América, com 81%, segundo uma compilação de pesquisas divulgada nesta segunda-feira (28) pela mexicana Consulta Mitofsky (CM).
Na pesquisa, Lula aparece atrás apenas do presidente de El Salvador, Mauricio Funes, que tem 84% de aceitação, e está uma posição à frente da chefe de Estado do Chile, Michelle Bachelet, que tem 78%.
O grupo de presidentes com maior aprovação é completado pelo panamenho Ricardo Martinelli, com 77%, e o colombiano Álvaro Uribe, com 70%.
A Consulta Mitofsky destacou os casos de Brasil e Colômbia, ao dizer que são "exemplo de altas avaliações apesar dos anos de governo dos presidentes de ambos os países".
A sondagem da empresa mexicana não inclui Hugo Chávez (Venezuela); Leonel Fernández (República Dominicana); Stephen Harper (Canadá) e Daniel Ortega (Nicarágua), "por questões de falta de informação".
"Por razões muito particulares", diz a pesquisadora, não é considerado também Honduras, onde um golpe de Estado tirou do poder o presidente Manuel Zelaya há três meses.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (52%), o equatoriano Rafael Correa (51%), o paraguaio Fernando Lugo (50%), e o guatemalteco Álvaro Colom (46%), aparecem em uma zona intermediária do ranking.
Os dados apresentados hoje se baseiam em enquetes com diferentes metodologias compiladas pela Mitofsky e que foram publicadas entre maio e setembro deste ano em cada um dos países.
Últimas notícias
Jornada de 40 horas teria 1% de impacto no custo operacional
10/2 - 17:4 |
Vitória dupla na Católica: auxílio-alimentação, antes restrito, agora será pago a todos os trabalhadores da Ubec
10/2 - 11:31 |
Carnaval: SAEP estará em recesso de segunda (16) à quarta-feira (18)
9/2 - 16:10 |
Fim da escala 6×1 avança no Congresso em meio à pressão da sociedade e do movimento sindical
6/2 - 12:38 |
Patah intensifica campanha pelo fim da escala 6x1 e pressiona Congresso por mudança na jornada
Notícias relacionadas
O Brasil real rejeita precarização: 56% querem voltar à CLT e empreendem por falta de opção
15/1 - 11:3 |
Mercosul-União Europeia: salto estratégico ou armadilha de longo prazo? Análise preliminar
15/1 - 10:56 |
O Orçamento da inversão: bilhões para parlamentares, austeridade para os pobres
7/1 - 20:1 |
3 anos do 8/1: dia de celebrar a democracia contra o golpismo bolsonarista
6/1 - 18:27 |
Isenção do IR pode render 14º salário de até R$ 4 mil para quem ganha R$ 5 mil mensais

