Brasília, quinta-feira, 6 de novembro de 2014 - 16:35
POLÍTICAS SOCIAIS
Bolsistas do ProUni possuem as melhores notas médias do Enade
Fonte: Blog do Planalto
Pesquisa mostra que quem recebe benefício tem média de acertos de 49,35 na avaliação do governo federal, enquanto média geral é de 43,19 pontos
Alunos de faculdades particulares com bolsas integrais do Programa Universidade Para Todos (ProUni) possuem as maiores notas gerais médias do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), revela estudo da Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Educação Superior (Abraes). Os resultados dos prounistas são superiores à média nacional e dos alunos de faculdades públicas.
A pesquisa mostra que quem recebe o benefício tem média de acertos de 49,35 na avaliação do governo federal com concluintes do ensino superior, enquanto a nota dos alunos de ensino público é de 47,87. A média geral ficou em 43,19. O estudo da Abraes cruzou a nota média dos estudantes com dados socioeconômicos.
Apesar das condições menos favoráveis, dentro da estrutura de seleção e de incentivos do programa, o bolsista do ProUni na rede privada compensa sua desvantagem com base no esforço individual, se dedicando ao programa e obtendo resultado acima da média.
Joceline Gomes, 26 anos, é aluna da primeira turma do programa, em 2005, e se formou em Jornalismo na Universidade Católica de Brasília. Para ela, a bolsa integral foi determinante para uma maior dedicação durante o curso.
“Eu acredito que toda pessoa que entra com qualquer tipo de ação afirmativa para cursar uma faculdade quer provar que ela merece estar ali. Eu estava na faculdade e ia honrar a vaga que eu conquistei. Dei o meu melhor e tirei as melhores notas. Foi assim do início ao fim do curso. Tanto que, no último semestre, eu tinha o maior índice de todos os turnos do curso de Comunicação Social da universidade. Eles me presentearam com uma viagem”, afirma Joceline.
Os alunos ProUni aparecem numa proporção três vezes menor do que a média no grupo das piores notas, e duas vezes maior do que a média no grupo das melhores notas. Além disso, o levantamento também mostrou que o número de horas de estudo dedicadas fora de sala de aula dos bolsistas é superior ao das escolas públicas.
A pesquisa mostra que quem recebe o benefício tem média de acertos de 49,35 na avaliação do governo federal com concluintes do ensino superior, enquanto a nota dos alunos de ensino público é de 47,87. A média geral ficou em 43,19. O estudo da Abraes cruzou a nota média dos estudantes com dados socioeconômicos.
Apesar das condições menos favoráveis, dentro da estrutura de seleção e de incentivos do programa, o bolsista do ProUni na rede privada compensa sua desvantagem com base no esforço individual, se dedicando ao programa e obtendo resultado acima da média.
Joceline Gomes, 26 anos, é aluna da primeira turma do programa, em 2005, e se formou em Jornalismo na Universidade Católica de Brasília. Para ela, a bolsa integral foi determinante para uma maior dedicação durante o curso.
“Eu acredito que toda pessoa que entra com qualquer tipo de ação afirmativa para cursar uma faculdade quer provar que ela merece estar ali. Eu estava na faculdade e ia honrar a vaga que eu conquistei. Dei o meu melhor e tirei as melhores notas. Foi assim do início ao fim do curso. Tanto que, no último semestre, eu tinha o maior índice de todos os turnos do curso de Comunicação Social da universidade. Eles me presentearam com uma viagem”, afirma Joceline.
Os alunos ProUni aparecem numa proporção três vezes menor do que a média no grupo das piores notas, e duas vezes maior do que a média no grupo das melhores notas. Além disso, o levantamento também mostrou que o número de horas de estudo dedicadas fora de sala de aula dos bolsistas é superior ao das escolas públicas.
Últimas notícias
10/2 - 17:4 |
Vitória dupla na Católica: auxílio-alimentação, antes restrito, agora será pago a todos os trabalhadores da Ubec
10/2 - 11:31 |
Carnaval: SAEP estará em recesso de segunda (16) à quarta-feira (18)
9/2 - 16:10 |
Fim da escala 6×1 avança no Congresso em meio à pressão da sociedade e do movimento sindical
6/2 - 12:38 |
Patah intensifica campanha pelo fim da escala 6x1 e pressiona Congresso por mudança na jornada
6/2 - 12:32 |
Menos horas, mais saúde
Vitória dupla na Católica: auxílio-alimentação, antes restrito, agora será pago a todos os trabalhadores da Ubec
10/2 - 11:31 |
Carnaval: SAEP estará em recesso de segunda (16) à quarta-feira (18)
9/2 - 16:10 |
Fim da escala 6×1 avança no Congresso em meio à pressão da sociedade e do movimento sindical
6/2 - 12:38 |
Patah intensifica campanha pelo fim da escala 6x1 e pressiona Congresso por mudança na jornada
6/2 - 12:32 |
Menos horas, mais saúde
Notícias relacionadas
5/1 - 17:22 |
Piso da categoria sobe de R$ 1.560 (Educ. Básica) e de R$ 1.562 (Ens. Superior) para R$ 1.621 com aumento do salário mínimo
4/12 - 18:15 |
CCT garante manutenção de benefícios essenciais e fortalece cuidado com a categoria
26/11 - 9:16 |
SAEP garante que trabalho igual não pode ter salário desigual no Ensino Superior
19/11 - 10:36 |
SAEP consolida Convenção 2025/2027 com pagamento retroativo e manutenção de direitos
11/11 - 13:39 |
Reajuste salarial simboliza avanços para trabalhadores da Educação Básica
Piso da categoria sobe de R$ 1.560 (Educ. Básica) e de R$ 1.562 (Ens. Superior) para R$ 1.621 com aumento do salário mínimo
4/12 - 18:15 |
CCT garante manutenção de benefícios essenciais e fortalece cuidado com a categoria
26/11 - 9:16 |
SAEP garante que trabalho igual não pode ter salário desigual no Ensino Superior
19/11 - 10:36 |
SAEP consolida Convenção 2025/2027 com pagamento retroativo e manutenção de direitos
11/11 - 13:39 |
Reajuste salarial simboliza avanços para trabalhadores da Educação Básica

