Brasília, terça-feira, 4 de fevereiro de 2014 - 17:6
MANIFESTAÇÕES
Congresso anuncia que responderá as demandas das ruas
Fonte: Portal Vermelho
Mobilização popular do ano passado pressionou Câmara e Sanada a acelerar pautas de interesse público
Na abertura dos trabalhos legislativos de 2014, o presidente da Câmara, deputado Henrique Alves (PMDB-RN), e presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), destacaram que as duas Casas do Congresso, no ano passado, buscaram "dar respostas às demandas das ruas". E que este ano terão a dupla missão de analisar matérias pendentes de 2013 e outras que virão em 2014.
Segundo Henrique Alves, a Câmara estará pronta para absorver as demandas vindas dos protestos sociais e transformar o que for possível de sonho em realidade. Para Renan Calheiros, "o Brasil está mudando e as instituições que não captarem esse novo momento correm o risco de perderem credibilidade", sustentou.
"Em 2013, aprovamos várias matérias, como a Lei dos Portos, que para ser aprovada precisou de um esforço extra, de 19 horas contínuas de votação em um dia e mais 25 horas no dia seguinte", lembrou Calheiros.
Alves também recordou temas como a emenda constitucional dos direitos dos empregados domésticos e a lei que destinou os recursos dos royalties do petróleo para a saúde e a educação.
Para 2014, Henrique Alves citou como itens principais a votação do novo Código de Mineração, o marco civil da internet, a PEC do Orçamento Impositivo e a reforma política. "Começamos 2014 com a convicção de que saberemos dar à sociedade a resposta às necessidades da população", disse.
Último a discursar na abertura dos trabalhos legislativos deste ano, o presidente do Senado, Renan Calheiros, destacou que na extensa agenda legislativa que aguarda votação no Senado, estão propostas como o código de usuários do serviço público, a que transforma corrupção em crime hediondo, aquela que exige "ficha limpa" para servidores dos três Poderes e a que proíbe a indicação de cônjuges e parentes para suplentes de senadores.
Segundo Henrique Alves, a Câmara estará pronta para absorver as demandas vindas dos protestos sociais e transformar o que for possível de sonho em realidade. Para Renan Calheiros, "o Brasil está mudando e as instituições que não captarem esse novo momento correm o risco de perderem credibilidade", sustentou.
"Em 2013, aprovamos várias matérias, como a Lei dos Portos, que para ser aprovada precisou de um esforço extra, de 19 horas contínuas de votação em um dia e mais 25 horas no dia seguinte", lembrou Calheiros.
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