Brasília, terça-feira, 25 de novembro de 2014 - 14:42
CONFERÊNCIA NACIONAL
Conheça as pautas defendidas pelo SAEP na Conae 2014
Conferência é o maior evento voltado a discutir rumo da educação brasileira
Brasília sediou, até domingo (23), o maior evento dedicado às discussões sobre o rumo da educação do país para os próximos anos, a Conae. Os auxiliares de educação do Distrito Federal foram representados na conferência pela delegação do SAEP.
Mas, auxiliar, quais são os temas que afetam diretamente a categoria? O que é importante ficar de olho? Em entrevista, o presidente do SAEP, Mário Lacerda, fala sobre as questões de interesse dos trabalhadores que o SAEP defendeu na Conferência.
Quais foram os temas de maior interesse dos auxiliares de educação na Conae?
A nossa preocupação na Conae girou em torno de dois temas principais, que se desmembra em vários outros: a criação do Sistema Nacional de Educação, a valorização dos auxiliares de educação e o banco de horas.
Vamos falar primeiro do Sistema Nacional: por que o SAEP defendeu a sua criação?
Porque a criação do Sistema Nacional de Educação é fundamental para a valorização da educação, como um todo. Por isso, defendemos o fortalecimento em relação a um marco regulatório para a educação no setor privado, que também reforçasse a educação pública, gratuita, laica e de qualidade.
Não achamos que seja saudáveis avanços na regulamentação para o setor público e deixar o setor privado nas mãos do feudo da livre-iniciativa.
Por que é importante a criação deste marco?
Porque é questão primordial para o desenvolvimento da nação que a educação seja tratada como um todo. Também porque é de extrema importância que o setor privado tenha regras regulamentatórias, pois quando as regras do mercado, da livre-iniciativa, são aplicadas na educação, elas transformam este processo emancipatório em mercado e os profissionais em meros produtos. E não é esta a função da educação.
Em relação à valorização dos profissionais do setor, o que preocupa o SAEP?
Temos percebido, em palestras, conferências, simpósios, que há uma tendência em falar sobre a qualificação do profissional de educação. Porém, esta tem sido tratada majoritariamente em relação à valorização do professor, apenas do docente-regente. Para o profissional técnico, aquele que dá apoio ao professor, parece que não há políticas específicas.
Qual é a posição do SAEP em relação ao tema?
Defendemos que sem o auxiliar não tem sala de aula e nem educação de qualidade. Por isso, é urgente a necessidade de avançar em políticas que valorizem também a nossa categoria. O SAEP esteve na Conae para isto!
Mas, auxiliar, quais são os temas que afetam diretamente a categoria? O que é importante ficar de olho? Em entrevista, o presidente do SAEP, Mário Lacerda, fala sobre as questões de interesse dos trabalhadores que o SAEP defendeu na Conferência.
Quais foram os temas de maior interesse dos auxiliares de educação na Conae?
A nossa preocupação na Conae girou em torno de dois temas principais, que se desmembra em vários outros: a criação do Sistema Nacional de Educação, a valorização dos auxiliares de educação e o banco de horas.
Vamos falar primeiro do Sistema Nacional: por que o SAEP defendeu a sua criação?
Porque a criação do Sistema Nacional de Educação é fundamental para a valorização da educação, como um todo. Por isso, defendemos o fortalecimento em relação a um marco regulatório para a educação no setor privado, que também reforçasse a educação pública, gratuita, laica e de qualidade.
Não achamos que seja saudáveis avanços na regulamentação para o setor público e deixar o setor privado nas mãos do feudo da livre-iniciativa.
Por que é importante a criação deste marco?
Porque é questão primordial para o desenvolvimento da nação que a educação seja tratada como um todo. Também porque é de extrema importância que o setor privado tenha regras regulamentatórias, pois quando as regras do mercado, da livre-iniciativa, são aplicadas na educação, elas transformam este processo emancipatório em mercado e os profissionais em meros produtos. E não é esta a função da educação.
Em relação à valorização dos profissionais do setor, o que preocupa o SAEP?
Temos percebido, em palestras, conferências, simpósios, que há uma tendência em falar sobre a qualificação do profissional de educação. Porém, esta tem sido tratada majoritariamente em relação à valorização do professor, apenas do docente-regente. Para o profissional técnico, aquele que dá apoio ao professor, parece que não há políticas específicas.
Qual é a posição do SAEP em relação ao tema?
Defendemos que sem o auxiliar não tem sala de aula e nem educação de qualidade. Por isso, é urgente a necessidade de avançar em políticas que valorizem também a nossa categoria. O SAEP esteve na Conae para isto!
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