Brasília, quarta-feira, 30 de abril de 2014 - 14:53
ECONOMIA
Infraestrutura é fundamental para retomar crescimento, diz Mantega
Fonte: Agência Brasil
Ministro também informou que investimentos em educação triplicaram nos últimos 11 anos
Na abertura de um seminário, nesta terça-feira (29), sobre o futuro da economia brasileira no Congresso Nacional, o ministro Guido Mantega, da Fazenda, disse que para que o país volte ao ciclo econômico desejável, a taxa média anual de investimento precisa passar dos atuais 6,1% para 7% ao ano. Segundo ele, o setor de infraestrutura têm papel fundamental nessa estratégia.
Números do governo apontam que as movimentações brasileira no comércio exterior, passaram de US$ 120 bilhões, há dez anos, para quase US$ 500 bilhões atualmente. “Isso significa que estamos importando e exportando muito mais e isso cria demanda sobre portos, aeroportos e rodovias. Portanto temos que aumentar oferta de infraestrutura, senão vira gargalo”, explicou.
Segundo ele, os investimentos incluem setores prioritários como o de construção civil, energia elétrica e petróleo e gás. Mantega voltou a rechaçar a posição de especialistas que afirmam que o governo prioriza o consumo sobre o investimento. “Isso é um equívoco”, garantiu. “Nos últimos 11 anos, [o investimento] cresceu 6,1% [taxa média anual]. Estamos compreendendo [nessa conta] também o período de crise”, explicou.
Em uma apresentação montada para os parlamentares, o ministro destacou que, em 2007, a taxa foi 13,9% e em 2008, 13,6%. “Era uma prioridade e estava crescendo. Com a crise, caiu [a taxa de investimento] mas no ano passado cresceu 6,2%. Poucos países tiveram crescimento dessa estatura”, afirmou. “Investimento tem que crescer mais que consumo para que haja aumento de oferta maior que o de consumo”, completou Mantega.
Além dos setores de infraestrutura, Mantega disse que a receita do governo para retomar os níveis da economia anteriores à crise de 2008, também inclui investimentos em produtividade e inovação. “Temos que aumentar muito a inovação no setor privado e público. É fundamental, portanto, o investimento em capital humano, o aumento dos investimentos em educação para qualificação da mão de obra brasileira. E continuar expandindo o mercado interno que vai continuar crescendo conforme voltar o crédito, que está escasso para consumo”, disse.
O ministro também disse que os investimentos em educação triplicaram nos últimos 11 anos. “Antes se investia muito pouco em educação. Agora, temos que correr para fazer, em cinco anos, o que não fizeram em 50”, disse. Mantega disse que os recursos dos royalties do pré-al ajudarão nessa meta.
Números do governo apontam que as movimentações brasileira no comércio exterior, passaram de US$ 120 bilhões, há dez anos, para quase US$ 500 bilhões atualmente. “Isso significa que estamos importando e exportando muito mais e isso cria demanda sobre portos, aeroportos e rodovias. Portanto temos que aumentar oferta de infraestrutura, senão vira gargalo”, explicou.
Segundo ele, os investimentos incluem setores prioritários como o de construção civil, energia elétrica e petróleo e gás. Mantega voltou a rechaçar a posição de especialistas que afirmam que o governo prioriza o consumo sobre o investimento. “Isso é um equívoco”, garantiu. “Nos últimos 11 anos, [o investimento] cresceu 6,1% [taxa média anual]. Estamos compreendendo [nessa conta] também o período de crise”, explicou.
Em uma apresentação montada para os parlamentares, o ministro destacou que, em 2007, a taxa foi 13,9% e em 2008, 13,6%. “Era uma prioridade e estava crescendo. Com a crise, caiu [a taxa de investimento] mas no ano passado cresceu 6,2%. Poucos países tiveram crescimento dessa estatura”, afirmou. “Investimento tem que crescer mais que consumo para que haja aumento de oferta maior que o de consumo”, completou Mantega.
Além dos setores de infraestrutura, Mantega disse que a receita do governo para retomar os níveis da economia anteriores à crise de 2008, também inclui investimentos em produtividade e inovação. “Temos que aumentar muito a inovação no setor privado e público. É fundamental, portanto, o investimento em capital humano, o aumento dos investimentos em educação para qualificação da mão de obra brasileira. E continuar expandindo o mercado interno que vai continuar crescendo conforme voltar o crédito, que está escasso para consumo”, disse.
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