Brasília, quinta-feira, 27 de março de 2014 - 16:36
MERCADO DE TRABALHO
Estudo aponta desigualdade salarial entre homens e mulheres
Fonte: Portal CTB
"A questão enfocada neste estudo é que nos espaços ocupacionais em que homens e mulheres produzem solidariamente, elas têm menor remuneração", consta no documento
Mesmo em um contexto de melhora geral do mercado de trabalho, a remuneração das mulheres continua a ser substantivamente menor que a dos homens. Essa condição foi apresentada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) na última terça-feira (25), durante a apresentação de pesquisa obtida pelo Sistema Pesquisa de Emprego e Desemprego (SPED) no último triênio (2011/2013).
A proposta do material apresentado é organizar a discussão sobre essa situação e contribuir para responder a essa indagação, que afeta toda a sociedade. “A questão enfocada neste estudo é que nos espaços ocupacionais em que homens e mulheres produzem solidariamente, elas têm menor remuneração. Por certo, nestes segmentos é e sempre será possível, identificar poucas mulheres que, por articularidades das carreiras profissionais, alcançaram remuneração superior à da maioria dos homens, mas o que os dados de grande amplitude populacional informam é que tratam-se de exceções, incapazes de alterar os resultados médios por grupo ocupacional”, diz um trecho do documento.
Para acessar a íntegra do estudo, clique aqui.
A proposta do material apresentado é organizar a discussão sobre essa situação e contribuir para responder a essa indagação, que afeta toda a sociedade. “A questão enfocada neste estudo é que nos espaços ocupacionais em que homens e mulheres produzem solidariamente, elas têm menor remuneração. Por certo, nestes segmentos é e sempre será possível, identificar poucas mulheres que, por articularidades das carreiras profissionais, alcançaram remuneração superior à da maioria dos homens, mas o que os dados de grande amplitude populacional informam é que tratam-se de exceções, incapazes de alterar os resultados médios por grupo ocupacional”, diz um trecho do documento.
Para acessar a íntegra do estudo, clique aqui.
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